Os Jardins Botânicos Reais de Kew, no Reino Unido, concluíram a digitalização de mais de 7 milhões de exemplares de plantas e fungos, criando um dos maiores arquivos digitais do mundo.
A coleção reúne amostras recolhidas ao longo de quase 200 anos, incluindo algumas da época de Charles Darwin.
Com recurso à inteligência artificial, os cientistas podem identificar espécies com maior precisão, descobrir plantas e fungos ainda desconhecidos e até confirmar espécies que já desapareceram. O projeto também pode acelerar a investigação em áreas como a medicina, a agricultura e o desenvolvimento de novos materiais, uma vez que muitas espécies escondem compostos com grande potencial científico.
Esta coleção passa agora a integrar uma base de dados internacional com mais de 145 milhões de exemplares, disponível de forma gratuita para investigadores de todo o mundo.